Em resposta ao novo Coronavírus (COVID-19), o Congresso aprovou recentemente o Lei de Auxílio, Ajuda e Assistência à Coronavírus (Lei CARES)Como parte da Lei CARES, em conjunto com a Administração de Pequenas Empresas (SBA) e o Tesouro dos Estados Unidos, o Congresso introduziu o que é conhecido como o Programa de proteção de pagamento (PPP) que fornece financiamento para pequenas empresas com 500 ou menos funcionários e que foi concebido para apoiar pequenas empresas em momentos de grande necessidade. O objetivo principal de Empréstimos PPP O objetivo é apoiar as obrigações de folha de pagamento dos empregadores, incentivando-os a manter seus funcionários empregados e evitar licenças não remuneradas ou demissões. Como parte do pedido de empréstimo do PPP, os tomadores devem certificar que “a incerteza econômica atual torna este pedido de empréstimo necessário para apoiar as operações em andamento do solicitante”. Na época em que a maioria das empresas solicitou o empréstimo do PPP, essa certificação parecia uma afirmação óbvia. No entanto, à luz da recente controvérsia em torno de grandes empresas que receberam financiamento do PPP por meio de subsidiárias ou afiliadas, a ideia de “necessárioO programa PPP (Programa de Proteção ao Pagamento de Salários) foi minuciosamente analisado. Como mencionado anteriormente, o programa foi concebido para pequenas empresas com 500 funcionários ou menos. No entanto, a linguagem e os requisitos do programa permitem alguma flexibilidade, especialmente no setor de restaurantes, que permite às empresas contabilizar apenas o número de funcionários por unidade. Devido a essa ambiguidade, grandes empresas (inclusive gigantescas) de capital aberto solicitaram o empréstimo do PPP e foram contempladas. Alguns exemplos de empresas que receberam financiamento do PPP (segundo a Forbes) são:
- Shake Shack: US$ 10 milhões
- Ruth's Chris Steak House: US$ 20 milhões
- Barriga de pote: US$ 10 milhões
- Los Angeles Lakers: US$ 4.6 milhões
- AutoNation: US$ 77 milhões